Estudo mapeia o cenário do conhecimento científico sobre conservação e biodiversidade na Amazônia

 

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Pesquisadores do Laboratório de Conservação no Século XXI da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), em conjunto com pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e da Universidade de Lisboa (ULisboa)  mapearam os principais locais de pesquisa sobre conservação e biodiversidade na Amazônia e identificaram regiões com baixa densidade de estudos e que também se encontram ameaçadas por desmatamento e mudanças climáticas. O mapeamento fornece um quadro geral sobre as regiões estudadas da Amazônia e permite identificar, além dos limites geográficos do conhecimento, tendências referentes à sua expansão.

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Divulgação publica do projeto de pesquisa sócio-ambiental

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Continua a divulgação publica do projeto de pesquisa sócio-ambiental que visa avaliar a percepção dos moradores sobre os Parques Nacionais da Chapada Diamantina e do Catimbau

Para dar maior visibilidade a nossa linha de pesquisa “Unidades de Conservação e Apoio Local”, organizamos três eventos públicos com o objetivo de divulgar os resultados obtidos ao redor do Parque Nacional da Chapada Diamantina (projeto de pós-doutorado da Chiara). Primeiro, os resultados foram apresentados para os membros do conselho gestor do Parque da Chapada Diamantina que ocorreu no dia 21 de Maio no vale do Capão (BA). A seguir, organizamos dois eventos públicos na biblioteca municipal de Andaraí (dia 10 de Junho) e no campus avançado da Chapada Diamantina (em colaboração com a Universidade Estadual de Feira de Santana) em Lençóis (dia 16 de Junho). As três apresentações mostraram brevemente o enquadramento teórico e a metodologia da pesquisa, alias o estudo de atitudes aplicado à conservação da natureza.

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Boas-vindas

Bem-vindos ao Blog do Laboratório de Biogeografia da Conservação no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde (ICBS) da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)- nosso foco é Conservação no Século XXI.

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Nosso trabalho é multi e interdisciplinar, refletindo nossos interesses em ecologia, conservação aplicada, biogeografia, educação e comunicação da ciência. Nosso objetivo é sempre considerar uma abordagem interdisciplinar da ciência da conservação e ecologia, que incorpora ideias e quadros de diversas disciplinas (incluindo as ciências sociais) para melhor abordar questões fundamentais como a extinção, a diminuição das populações e os impactos das mudanças climáticas na biodiversidade. Nosso trabalho atual está dividido em cinco áreas principais que se sobrepõem:

Área 1: Biogeografia da Conservação

Área 2: Ecologia e Evolução

Área 3: Comunicação e entendimento público de conservação

Área 4: Práticas de Conservação

Área 5: Cultura da Ciência

Nossos projetos específicos estão detalhados na aba “projetos”. Boa leitura.

How to water down environmental impact assessments

By: Richard J. Ladle

As the political pendulum swings to the right in countries as diverse as the USA and Brazil, we are seeing renewed attacks on environmental regulations and the agencies charged with enforcing them. The rationale is always the same – assorted tree-huggers, do-gooders and hippies have created a labyrinth of bureaucracy that slows or sometimes even halts the march of progress (aka habitat destruction). What’s a politician to do? Well, for a start they can take a large pair of scissors to the symbolic red tape.

In a recent commentary in Environmental Impact Assessment Review, we outline some of the forthcoming changes to Brazil’s environmental monitoring legislation, and outline the potential consequences (http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0195925516303584).

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Why we need cryptozoology (without bigfoot)

By: Richard J. Ladle

It had a long beak and short wings. Then it dawned on me. I was probably holding a large-billed reed warbler. I was dumbstruck. It felt as if I was holding a living dodo.”

Phillip Round, Assistant Biology Professor, Department of Biology, Mahidol University, Bangkok.

On the 13th of November 1867 a rather drab looking little bird with a large beak was caught in the Sutlej Valley, north-west India by the grandly named Allan Octavian Hume. Hume had recently started work as the Commissioner of Customs for India’s North West Province, but his real passion was birds – his home in Rothney Castle on Jakhu Hill, Shimla, housed a private museum that contained over 80,000 preserved specimens from across the sub-continent[1]. He named his new discovery the long-billed reed warbler (latin name: Acrocephalus orinus), stuffed it, and added it to his impressive collection. As far as can be told its discovery barely registered with the zoologists and naturalists of the day. After all, this was the golden age of discovery where colonial naturalists and professional collectors such as Alfred Russel Wallace, the co-discoverer of evolution by natural selection, were garnering accolades for their remarkable travels to some of the least known habitats on earth. New species of big animals, including birds and mammals, were being recorded on an almost weekly basis. Hume himself was responsible for describing more than 90 new species of bird.

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